Kostantin Sergueievitch Alekseiev (Duvido você pronunciar esse nome, haha')
Ator e diretor de teatro russo (17/1/1863-7/8/1938). Pseudônimo de Konstantin Sergueievitch Alekseiev, criador de um novo estilo de interpretação, o método Stanislávski, baseado em naturalidade, fidelidade histórica e busca de uma verdade cênica.
Nascido em Moscou, filho de um rico
industrial e de uma atriz francesa, cresce num ambiente em que se valoriza a
arte. Ainda jovem sente atração pelo teatro e começa como ator aos 14 anos.
Embora seja desajeitado e apresente falhas na voz e na expressão corporal,
supera essas deficiências à custa de incansável prática.
Com o Teatro de Arte de Moscou, do qual
é um dos fundadores, em 1898, realiza montagens memoráveis após a Revolução
Russa, como O Trem Blindado (1927) e Otelo e Almas
Mortas (1932). De 1922 a 1924, em uma turnê internacional, divulga seu
método de representação e apresentam com seu grupo obras de Ibsen, Shakespeare,
Beaumarchais e Gogol.
Escreve A Preparação do
Ator (1936) e A Construção do Personagem (1937), obras adotadas em
escolas de teatro de todo o mundo. Morre em Moscou.
Como na sexta-feira, só temos um horário com a disciplina
Interpretação Teatral, e o tempo é curto tentamos aproveitar máximo, então a professora propôs que lêssemos:
- Resposta a Stanislavski de Jerzy Grotowski.
- Minha Vida na Arte de Stanislavski

Seguiu-se a leitura do primeiro texto, e a cada termino de uma
ideia do autor a professora interpretava e acrescentava mais conteúdo ao
fragmento lido, só entre nós aqui, eu acho que minha professora conhece o
Stanislavski melhor do que ele mesmo porque gente de onde vem tanto conhecimento, mas como ela disse na sala hoje:
"Não tomemos o que Stanislavski e eu falo como verdade absoluta, busquem
as suas respostas".
“Stanislavski é importante para o novo teatro”?
(...) “Dê sua resposta que não seja baseada na ignorância, mas no conhecimento
prático. Ou você é criativo, ou não é. Se for de alguma maneira vai supera-lo,
se não for, será fiel, mas estéril.” Pág. 4.
O segundo texto, ficou pra ser lido em casa, no trabalho, no ônibus onde
pudéssemos ler, com tanto que fossem realmente lidos, e que a partir da
leitura, elaborássemos perguntas...e até a próxima aula.
“Então você pode se perguntar se este livro é importante para você
no seu trabalho. Não pergunte para mim. Não se pode responder no lugar de
ninguém”.
Beijo no Olho:*
Rayssa Carvalho


