quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Primeiro Ato

Oi povo do teatro! Tudo bem? Espero que sim! Então galera, hoje ocorreu as apresentações da cenas, que brotaram do processo de observação no reviver, e que equivalem a uma parte da nota da nossa primeira avaliação, a outra metade é a nota do Artigo Cientifico.

O primeira cena foi do Aluno Felipe Correa .




O Mendigo como morto, Felipe após a conclusão da cena, falou que durante o processo de observação o que lhe chamou atenção foram as pessoas que estavam as margens, no caso os mendigos e/ou moradores de rua que encontravam-se em grande números nas ruas do reviver.

A segunda Cena foi da Aluna Carol Simões.


A primeira parte do vídeo você encontra no Blog da Carol Simões e a segunda parte estar aqui.


- Uma Julieta contemporânea  na cena da Carol identifiquei temas como a insegurança feminina, e contrastes nos movimentos, no começo calma( como as pessoas quando chegam no reviver) e depois a correria e pressa, no fim da cena retratando algumas pessoas que provavelmente estariam indo para o serviço, no reviver!

A Terceira cena foi da Aluna Priscila Cardoso



Texto de Raul Brandão( adaptado por ela), o texto aborda a rotina, falando basicamente que não se espera nada de novo, é sempre a mesma coisa, retratando a vida das pessoas que foram observadas por ela no nosso laboratório, no revivs.

A quarta cena, Aluna Viviane Rocha.




O que vi da cena da Vivi(rsrsr só pra rimar), acredito que ela se baseou nas ações físicas das pessoas, que estavam no dia da observação, não vi cena , mas uma sequência de ações! e o cara empurrando o carrinho foi o que mais gostei...

A quinta cena, Aluna Nanda de Oliveira.


Texto: O Paradoxo do Homem Contemporâneo.
Ela se baseou da diferença de ritmos das pessoas no reviver umas na correria de todo dia e outras tranquilas em seu ambiente familiar contrastes estes que ela connseguiu, particulamente transpor na sua cena (e  que eu adorei),ela afirmou que sua cena foi baseada total em ações físicas.

A sexta cena, Aluna Erika com K( rsrsr) Erika Vanessa.



Erika apos a cena falou que no processo de observação, o que chamou sua atenção, foi as divergências de ritmos entre as pessoas, que iam e viam, os vendedores ambulantes, o dia estava nublado e já havia chuviscado, várioas fatores contribuiram para a construção da sua cena.
O que vi da cena da Erika com K, Uma mulher acorda muito cedo, pra ir trabalhar, enfrentar engarrafamento, montar barraquinha pra vender café, e fica triste porque a venda hoje seria fraca por causa da chuva.

A sétima cena, Aluno Max Coelho



O Max inovou (pelo menos tentou), pediu que fizéssemos uma roda, onde um ficasse de costa para o outro, em seguida sentou no meio da roda e pronunciou: - Tentem Imaginar
A proposta foi bem legal, mas não funcionou pois o Max estava lendo, se tivesse decorado o texto inteiro a cena poderia ter funcionado.

A oitava cena, Marcelo Vale.



Porque a ideia da mascara? - Porque o as pessoas distinguem os garis por sua roupa, e não há como definir um rosto para eles, quem são os garis? Pessoas que as vezes esbarramos no nosso dia a dia, mas que não vos reconhecemos a sua face, pois muitos não costumam reparar nisso :/! E por que uma das primeiras aulas de interpretação ela trabalhou uma dinâmica com mascaras.

Ele afirma que usou a memoria emotiva das experiencias profissionais que já teve, e da desvalorização do trabalho executado pelo profissional.

A nona cena, Aluna Fátima



Ela afirma, que quando estava no reviver o que mais lhe chamou atenção foi um jovem que procurava algo no chão, e que este passou horas e horas procurando algo, e ela intrigada com aquilo resolveu pergunta o que tanto ele procurava e este respondeu que um mini cartão de memoria.
Durante a cena, ela ficava falando "Bip Bip" e falando coisa com coisa e Max Coelho perguntou o que era esse bip bip, e ela respondeu que era os sons do carros.
E James perguntou o porque de intercalar as posições da platéia, e ela lhe respondeu que o vago entre um e outro representava as ruas.

A Decima Cena, Aluno Raimundo Correa.



Ele fez um gari improvisado.

Precisamos ter cuidado com o que vamos apresentar!


Por fim o que eu fiz?.
Primeiro, apos terminar meu artigo, fiquei sabendo que deveria colocar uma dramaturgia, no entanto não havia preparado nada, e nem pensado em texto, desejei fazer um pequeno monologo, e nos acréscimos do fim do segundo tempo eu coloquei um texto que não tinha nada haver com o meu processo de observação. Eu achava que a dramaturgia era obrigatória e coloquei a primeira que vi na frente, mas enfim acabei que desistindo de apresentar e agora terei que fazer reposição! : p

Beijo no Olho :*









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